
Você se preocupa com o ar que respira?
Por que respirar na natureza traz bem-estar?
"Recebendo uma alimentação de qualidade, uma água
sadia, e uma atmosfera rica em íons negativos, o corpo
ativa seus próprios recursos para o equilíbrio".
Quando falamos em respiração imediatamente pensamos
no ar que a gente respira, no oxigênio, na poluição e no
gás carbônico, nos intercâmbios entre as células e o meio
externo.
Os yogis da antiguidade não tinham como analisar a
composição do ar, nem sabiam a taxa de oxigênio que a
gente ingere em uma respiração. Mas sabiam que a
respiração era a fonte de vida, o fator imprescindível para
uma saúde ótima.
Há mais de 40 anos que sabemos que além da química,
existe uma “eletricidade” necessária à nossa vida na
atmosfera que nos rodeia.
A ionização elétrica da atmosfera é indispensável para a
manutenção de nossa saúde, mas não qualquer
ionização.
Os íons que reforçam a saúde são os bioativos, presentes
na natureza: são os pequenos íons negativos, velozes e
móveis – 1,9 centímetro quadrado por volt/segundo. A
velocidade determina o tamanho: quanto mais rápidos,
menores se tornam e melhores ficam para a
saúde.
Íons negativos reforçam o sistema imunológico.
Sabemos que o cientista Dr. Albert Krueger -
Universidade de Berkley, nos Estados Unidos – já realizou
estudos que mostraram que pequenos íons negativos
reforçam o sistema imunológico. Os íons negativos
favorecem os intercâmbios entre as células.
A sensação de bem-estar depende muito do número de
íons negativos por cm3. Para se ter uma idéia: na beira
do mar cada cm3 contém em média 50.000 íons negativos
e em casa 10 íons negativos por cm3.
Além do mais, os íons negativos aceleram o processo da
cicatrização, principalmente para queimaduras graves.
Esses pequenos íons negativos são essenciais para uma
recuperação rápida.
Como se formam os íons?
Os íons se formam quando um elétron se solta de uma
molécula neutra ou de um átomo. A molécula perdendo
um elétron se torna um íon positivo e a molécula que
ganha um elétron se torna um íon negativo.
A terra produz íons negativos. A energia que vem do sol é
o resultado de uma reação em cascata, o hidrogênio é
convertido em hélio e volta novamente ao hidrogênio.
Esse processo produz o calor e mantém a vida no planeta
e ao mesmo tempo rega nosso planeta com íons
positivos.
Na natureza, normalmente está tudo equilibrado. A terra
responde ao bombardeamento de íons positivos
produzindo íons negativos de oxigênio, formando o gás
radon. Essa radiação natural incentiva a produção de íons
de oxigênio.
As forças da natureza produzem ao mesmo tempo íons
negativos e positivos em abundância (cinco íons positivos
para quatro íons negativos).
Grandes quantias de íons negativos são produzidos ou
encontrados:
- pelos raio /nas grandes ondas do mar/pelos raios
cósmicos/pelas grandes cachoeiras/na luz ultravioleta/
pelas florestas de pinhos/nas montanhas mais altas que
1.500 m/nas chamas das velas ou das lareiras.
Você já percebeu como a atmosfera fica pesada e difícil
de ser respirada antes de uma tempestade com raios.
Isso acontece em decorrência da quantidade de íons
positivos no ar.
Um relâmpago apenas carrega o ar de íons negativos,
melhorando a respiração e nos “energizando”.
Hoje o estilo de vida longe das fontes de íons negativos,
infelizmente prejudica a saúde de todos os seres do
planeta.
Se não tivesse um ar renovado e ionizado, o ser humano
não conseguiria sobreviver mais que três minutos.
Precisamos respirar 10 000 litros de ar por dia para
sobreviver.
Por que não damos mais atenção ao ar que respiramos?
Como podemos pensar que todo ar é igual?
A diferença entre o ar livre dos espaços abertos e o ar
confinado, poluído de nossos prédios, carros e ambiente
cotidiano não e só acadêmica ou “no papel”!
Nós experimentamos fisicamente a diferença. Só que fica
difícil expressar essa diferença. Só notamos a diferença
quando respiramos um ar bom como o do campo ou da
praia, por exemplo. Sentimos que isso faz bem para nossa
saúde!
Nossos esforços para controlar o meio ambiente com ar-
condicionado e ventiladores, também reduzem a
qualidade do ar que respiramos.
As pesquisas e estudos para fabricar aparelhos que sejam
capazes de produzir íons negativos começaram há mais
50 anos. Certas firmas chegaram a propor aparelhos para
compensar o déficit de íons negativos em certos
ambientes confinados como em hospitais.
No St. James Hospital na Inglaterra, estudos
comprovaram que o uso desse aparelho na UTI reduz
significativamente os riscos de infecção e destroem uma
porcentagem grande de bactérias suspensas no ar.
Portanto, podemos nos perguntar por que essa tecnologia
não foi ainda adotada por todos os hospitais.
Recebendo uma alimentação de qualidade, uma água
sadia, e uma atmosfera rica em íons negativos, o corpo
ativa seus próprios recursos para o equilíbrio.
Já estamos preocupados com a falta de alimentos, com a
possibilidade da falta de água potável e daqui a pouco
soará também o alarme para a falta de ar apropriado para
nossa sobrevivência.
Seria imprescindível educar as populações desde a
infância para que valorizem a qualidade do ar respirado,
tanto para a saúde quanto para a higiene, e para que
dêem tanta importância ao ar quanto dão ao alimento e à
água.
Os antigos textos de yoga sugerem que um estudioso que
quer um corpo e uma mente em boa saúde, precisa
praticar exercícios de respiração consciente perto de uma
cachoeira, numa gruta, ou melhor, numa gruta debaixo de
uma cachoeira. Os antigos yogis não sabiam nada dos
íons negativos, mas sabiam dos efeitos positivos da
respiração saudável sobre a saúde.
Lembre-se, cada pessoa “consome” o volume de 10 000
respirações por dia!
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